Governador do RJ anuncia troca de comando
do Corpo de Bombeiros
O governador do Rio, Sergio Cabral, anunciou a primeira grande providência após a prisão dos bombeiros que ocuparam a sede central da corporação, na noite de sexta-feira. Ele anunciou a troca de comando do órgão.
O coronel Sergio Simões assumirá como novo comandante do Corpo de Bombeiros e subsecretário de Defesa Civil do Estado. Ele substitui Pedro Marco Cruz Machado.
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, teceu duras críticas aos bombeiros que ocuparam o quartel central da corporação, na noite de sexta-feira. Ele classificou os manifestantes de “vândalos” e “irresponsáveis”, durante entrevista coletiva.
“Foi inaceitável do ponto de vista democrático. São um grupo de vândalos, irresponsáveis, que não irão de forma alguma prejudicar a imagem de uma instituição tão respeitada e querida pelo povo do Rio de Janeiro”, disse Cabral. “Eles responderão administrativa e criminalmente”, completou.
Cabral defendeu ainda a ação da Polícia Militar, que invadiu a sede dos Bombeiros, ocupada há mais de dez horas, para prender os manifestantes. “A ação foi equilibrada e estrategicamente definida para que não houvesse nenhuma vítima fatal”.
A crise
Uma manifestação realizada por integrantes do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, iniciada na tarde de sexta-feira, resultou na ocupação do quartel central da corporação, por mais de dez horas. Os manifestantes deixaram o local na manhã deste sábado.
A manifestação começou na tarde de ontem, com um protesto nas escadarias da Assembleia Legislativa do Rio. Logo em seguida, os soldados arrombaram os portões do quartel-general, que ficou tomado por bombeiros que reivindicam melhores condições de trabalho, principalmente reajuste salarial.
Os protestos foram controlados apenas na manhã de hoje, quando a Tropa de Choque e o Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar invadiram o quartel central, no início da manhã de hoje, e prenderam os manifestantes.
As equipes entraram soltando bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo. Várias pessoas passaram mal, inclusive mulheres e crianças, familiares dos manifestantes, que estavam no local. Alguns ficaram levemente feridos e foram levados para o Hospital Souza Aguiar, no Centro.
Em seguida, foram levados à sede da Corregedoria da Polícia Militar, em São Gonçalo, na região metropolitana.
O coronel Sergio Simões assumirá como novo comandante do Corpo de Bombeiros e subsecretário de Defesa Civil do Estado. Ele substitui Pedro Marco Cruz Machado.
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, teceu duras críticas aos bombeiros que ocuparam o quartel central da corporação, na noite de sexta-feira. Ele classificou os manifestantes de “vândalos” e “irresponsáveis”, durante entrevista coletiva.
“Foi inaceitável do ponto de vista democrático. São um grupo de vândalos, irresponsáveis, que não irão de forma alguma prejudicar a imagem de uma instituição tão respeitada e querida pelo povo do Rio de Janeiro”, disse Cabral. “Eles responderão administrativa e criminalmente”, completou.
Cabral defendeu ainda a ação da Polícia Militar, que invadiu a sede dos Bombeiros, ocupada há mais de dez horas, para prender os manifestantes. “A ação foi equilibrada e estrategicamente definida para que não houvesse nenhuma vítima fatal”.
A crise
Uma manifestação realizada por integrantes do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, iniciada na tarde de sexta-feira, resultou na ocupação do quartel central da corporação, por mais de dez horas. Os manifestantes deixaram o local na manhã deste sábado.
A manifestação começou na tarde de ontem, com um protesto nas escadarias da Assembleia Legislativa do Rio. Logo em seguida, os soldados arrombaram os portões do quartel-general, que ficou tomado por bombeiros que reivindicam melhores condições de trabalho, principalmente reajuste salarial.
Os protestos foram controlados apenas na manhã de hoje, quando a Tropa de Choque e o Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar invadiram o quartel central, no início da manhã de hoje, e prenderam os manifestantes.
As equipes entraram soltando bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo. Várias pessoas passaram mal, inclusive mulheres e crianças, familiares dos manifestantes, que estavam no local. Alguns ficaram levemente feridos e foram levados para o Hospital Souza Aguiar, no Centro.
Em seguida, foram levados à sede da Corregedoria da Polícia Militar, em São Gonçalo, na região metropolitana.


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