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Você espiona a vida online de seu parceiro?

domingo, 12 de junho de 2011

Você espiona a vida online de seu parceiro?


17% das pessoas costumam xeretar as redes sociais dos parceiros
Foto: David C. Dominici /ShutterstockAmpliar +
Quem nunca deu uma olhadinha nas páginas de rede social de seu parceiro para saber as atividades que ele anda praticando, e, sobretudo, tentar descobrir algo que ele possa estar planejando? Muitos já fizeram. Entretanto, o brasileiro não é tão ciumento quando o assunto é “relação entre namoro e computador”, de acordo com dados divulgados pela Intel.

Em enquete com 454 pessoas promovida pela empresa, 56% afirmaram não ter ciúmes quando o namorado/a fica muito tempo conectado. “Nós tínhamos a dúvida se as pessoas tinham ciúmes do notebook, mas descobrimos que não. A maioria aceita que o parceiro fique conectado e até utiliza a ferramenta para o próprio namoro”, explica Denise Pereira, gerente de marketing de consumo da Intel no Brasil.

Denise conta ainda que apenas 17% dos entrevistados têm o costume de bisbilhotar de muito perto a vida íntima do parceiro. “Esse tipo de namorado é aquele que xereta as atividades públicas, com o Facebook. Ele olha com quem ela está conversando, o que está postando e outras atividades. É até algo saudável para saber como a parceira está se comportando”.

Além de xeretar, existe uma pequena parcela que busca até mesmo descobrir as senhas de e-mail e páginas pessoais do namorado. “Isso mostra uma falta de confiança do parceiro”, afirma Denise. “Se o casal confiar um no outro, a internet não trará problemas e servirá para aproximar a relação. Agora, se não confiar, essa busca por xeretar também seguirá o casal fora da internet.”

Namoro ou amizade?

Os números divulgados pela Intel também mostram uma surpresa. A maior parte dos solteiros não gosta de encontrar um amor no mundo virtual. Para 54% das pessoas que responderam a enquete, a internet não é uma boa ferramenta. “Eles consideram esse tipo de busca muito impessoal”, afirma Denise. “Eles reclamam que as informações que os pretendentes colocam não são muito seguras.”

Denise afirma que a internet não oferece o “olho no olho”. “Essa questão do olhar, de estar presente, é muito importante para envolver sentimento. Claro que tudo tem uma exceção. Eu, por exemplo, conheço uma menina que namorou três vezes pela internet. E para 36% das pessoas que responderem a enquete, a rede é boa para se conhecer novos parceiros.”

Encurtar distâncias

O uso do computador também mudou a forma de relação dos casais. Muitos utilizam a internet para superar a falta de tempo. “A pesquisa mostrou que o notebook é uma boa opção para se relacionar. É difícil, muitas vezes, você ter 20 minutos por dia para o parceiro. Então a internet ajuda nesse ponto. Você vai se comunicar pelo Twitter ou pelo Facebook, superando essa dificuldade do pouquíssimo tempo para se relacionar.”
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