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Ato a favor da PM reúne 300 estudantes no campus da USP

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Ato a favor da PM reúne 300 estudantes no campus da USP

Cerca de 300 estudantes participam de manifestação em defesa da permanência da Polícia Militar no campus da USP

Cerca de 300 estudantes realizaram, na tarde desta terça-feira, um ato na praça do Relógio, na USP, para apoiar a presença da Polícia Militar no campus. Entre os participantes estão alunos dos cursos de economia, administração, letras, filosofia e história.
O evento foi marcado pelos alunos no Facebook. De acordo com o texto na rede social, o movimento repudia a ocupação de prédio administrativo da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) e o confronto ocorrido com a polícia no dia 27.
Thifany Lima, 21, aluna do curso de administração diz ser a favor da presença da PM na USP. "Não são só os alunos, a FEA (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade) querem a PM. É preciso inibir os crimes. a gente sabe que não vai resolver todo o problemas, mas ajuda".
Alguns dos líderes do protesto querem um plebiscito para decidir o impasse. Marina Grilli, 22, aluna do curso de letras, afirma que a proposta está em discussão. "Quem organizaria? Só se for a própria reitoria", diz. Segundo a estudante, o plebiscito deveria ser organizado por uma instituição neutra.
A manifestação terminou por volta das 19h15 no estacionamento da Faculdade de Economia. A ideia inicial era realizar um ato no local, em homenagem ao estudante Felipe Ramos Paiva, morto na noite de 18 de maio na Cidade Universitária durante uma tentativa de roubo do seu carro. A morte de Paiva motivou a USP a pedir ajuda à PM. O ato, entretanto, não aconteceu.
ASSEMBLEIA
Os estudantes que invadiram um prédio da FFLCH realizam nesta terça-feira uma assembleia para decidir se devem ou não deixar o local.
Na tarde de ontem, ocorreu uma reunião extraordinária da Congregação da FFLCH --formada por cerca de 50 pessoas, entre professores, funcionários e estudantes-- para discutir a crise deflagrada na semana passada.
A Congregação divulgou pronunciamento, no qual diz reconhecer que "os termos do convênio firmado entre a USP e a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo são vagos, imprecisos e não preenchem as expectativas da comunidade uspiana por segurança adequada".
Para o órgão, a intervenção da PM "extrapolou os propósitos originalmente concebidos com o convênio".
A Congregação também diz se comprometer a discutir "a formulação e execução de política interna de prevenção de drogas".

Decisão judicial mantém concurso da SMS no domingo

sábado, 24 de setembro de 2011


Decisão judicial mantém concurso da SMS no domingo

por João Gabriel Galdea
O juiz Ruy Eduardo Almeida Britto, da 6ª Vara da Fazenda Pública, negou na tarde desta sexta-feira (23) o pedido de suspensão do concurso público da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e determinou a extinção do processo. Um grupo de advogados alegava que a prefeitura de Salvador não tem “dotação orçamentária para pagar novos funcionários” e que a nova leva de servidores deixaria desempregados cerca de quatro mil pessoas que atuam no Programa da Saúde da Família (PSF), mas não teve o pedido de liminar atendido. De acordo com o advogado e especialista em concursos públicos Waldir Santos, que acompanhou o andamento do processo, o magistrado justificou a extinção da ação por "ausência de ilegalidade ou abuso de poder". No próximo domingo (25), mais de 103 mil pessoas participam do processo seletivo que proverá 3.457 vagas de níveis médio, técnico e superior com salários de até R$ 8.276,57.

Livros didáticos que serão distribuídos às escolas públicas em 2012 custaram R$ 1,1 bilhão

segunda-feira, 22 de agosto de 2011


Livros didáticos que serão distribuídos às escolas públicas em 2012 custaram R$ 1,1 bilhão

 Por Redação, com Agência Brasil - de Brasília
livros
As escolas recebem um guia do livro didático com os títulos disponíveis e escolhem as obras que querem receber
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação(FNDE) encerrou a negociação da compra de 162,4 milhões de livros que serão distribuídas às escolas da rede pública no ano que vem. O custo total da aquisição foi R$ 1,1 bilhão – a maior compra de livros já feita pelo órgão, que é uma autarquia do Ministério da Educação(MEC). As redes de ensino começam a receber as obras em outubro. A entrega vai até fevereiro de 2012.
Para o próximo ano, o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) adquiriu livros para todas as disciplinas do ensino médio, além de 70 milhões de exemplares de reposição para o ensino fundamental. É o primeiro ano em que os alunos do ensino médio vão receber livros de espanhol, inglês, filosofia e sociologia. Cada obra deve ser usada durante três anos consecutivos. Ao todo, foram adquiridos 2.108 títulos diferentes.
Vinte e quatro editoras tiveram obras selecionadas. O material é apresentado a comissões de especialistas das universidades federais que selecionam as obras a partir de critérios estabelecidos pelo programa, como, por exemplo, a coerência com o currículo escolar. Em seguida, as escolas recebem um guia do livro didático com os títulos disponíveis e escolhem as obras que querem receber. A partir desse levantamento é que os títulos são adquiridos.
O valor de cada exemplar adquirido para 2012 variou entre R$ 5,45 e R$ 28,94. O preço varia de acordo com o número de páginas da obra e a quantidade de exemplares encomendados. A Editora Ática será a maior fornecedora do PNLD 2012, com 33 mil exemplares, ao custo de R$ 194 milhões. Em seguida, aparecem as editoras Saraiva, que receberá R$ 205 milhões por 30,8 mil exemplares, e Moderna, com 30,6 mil publicações ao custo de R$ 220 milhões. As menores fornecedoras são as editoras Fapi e Aymará, com 5 mil e 1,4 mil exemplares, respectivamente.
- Mesmo no caso do livro com preço mais alto, ainda é menor do que aquele que o consumidor compra na livraria. É o ganho de escala que o FNDE tem. Além de ser uma compra direta com a logística otimizada, o livro chega à escola sem nenhum intermediário. Não há custo com vendedor ou outros custos que estão envolvidos no mercado livreiro quando a obra vai para o consumidor comum, diz Rafael Torino, diretor de Ações Educacionais do FNDE.
Para receber as obras, é necessária a adesão das escolas ao Programa Nacional do Livro Didático  até 2009, a entrega dos livros era feita a todas as redes de ensino, ainda que não houvesse solicitação formal. Atualmente, todos os estados e 97% dos municípios estão inscritos no programa.
Em: EDUCAÇÃO

ProUni: Estudante tem prazo até quarta para pedir inclusão na lista de espera

quarta-feira, 10 de agosto de 2011


ProUni: Estudante tem prazo até quarta para pedir inclusão na lista de espera

Redação, com MEC - de Brasília
O estudante deve manifestar interesse na lista de espera na página eletrônica doProUni
Os candidatos a bolsas de estudos oferecidas pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) neste segundo semestre têm prazo até esta quarta-feira para manifestar interesse em participar da lista de espera. Podem pedir inclusão na lista os estudantes não pré-selecionados nas chamadas regulares ou pré-selecionados em cursos sem formação de turma.
A partir do dia 15 próximo, a lista será usada pelas instituições de ensino participantes do programa para oferta das bolsas ainda existentes.
Criado em 2004, o ProUni oferece a estudantes de baixa renda bolsas de estudos em instituições de educação superior particulares em cursos de graduação e sequenciais de formação específica.
Nesta edição, o programa registrou a inscrição de 460.745 candidatos a 92.107 bolsas. O número de inscritos superou a marca anterior, do processo do segundo semestre de 2009, de 380.935 estudantes.
O estudante deve manifestar interesse na lista de espera na página eletrônica do ProUni. Pode também conferir o cronograma.

Alunos do ensino médio são mais ativos do que os do fundamental

sábado, 9 de julho de 2011


Alunos do ensino médio são mais ativos do que os do fundamental

  Redação, com Agência Fapesp - de São Paulo
Quanto mais tempo a criança fica sentada, maior é o seu peso corporal
Quando a criança cresce e passa para o ensino médio, o nível de atividade aumenta.Alunos do ensino médio estão, em média, 20% mais ativos que estudantes do ensino fundamental, indica levantamento feito pelas secretarias da Saúde e da Educação, realizado em parceria com o Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs).
A tendência sempre foi o inverso. Quanto mais velha a pessoa fica, menos pratica exercício físico. Essa mudança de comportamento acende um alerta. Indica que, a cada geração, o problema da falta de atividade física se agrava.
– A hipótese principal é que as crianças têm exposição maior a computador, videogame e televisão. Hoje, as crianças são hábeis com a tecnologia. Porém o custo disto é que não se exercitam adequadamente. Uma das consequências é a obesidade infantil –, disse Victor Matsudo, coordenador do Agita São Paulo, programa estadual voltado ao incentivo da prática de atividades físicas.
O programa Agita São Paulo recomenda que as crianças se movimentem em pé por cinco minutos a cada meia hora de atividade sentada.
O levantamento foi feito com 2,5 mil escolares da 5ª e 9ª séries do ensino fundamental (ciclo II) e do 3º ano do ensino médio, em uma amostra representativa para o Estado de São Paulo.
Os jovens responderam a um questionário onde apontavam quanto gastavam de tempo com cada atividade. A recomendação internacional mínima para realizar atividade física é de 300 minutos por semana para crianças e 150 minutos para adultos.
Quanto mais tempo a criança fica sentada, maior é o seu peso corporal e índice de massa corpórea e maior é o nível de colesterol ruim e triglicérides. Em contrapartida, menor é o nível de colesterol bom e menor é o nível de potência aeróbica (capacidade do organismo em transportar oxigênio).

Sisu tem 17 candidatos por vaga

quarta-feira, 22 de junho de 2011


Sisu tem 17 candidatos por vaga

  Redação, com Rede Brasil Arual - de Brasília

Para o próximo semestre foram oferecidas 26 mil vagas em 48 instituições de ensino superior
Cerca de 450 mil estudantes se inscreveram para participar do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), edição do segundo semestre deste ano. As inscrições foram encerradas nesta segunda-feira e a lista dos aprovados em primeira chamada será divulgada quarta-feira. Criada pelo Ministério da Educação (MEC) no ano passado, a ferramenta unifica a oferta de vagas em instituições públicas de ensino superior.
O número de interessados é quase o dobro dos inscritos na edição do segundo semestre de 2010, quando 230 mil participaram do processo seletivo. Para o próximo semestre foram oferecidas 26 mil vagas em 48 instituições de ensino superior, o que significa que há 17 candidatos para cada uma das vagas disponíveis.
Os aprovados terão os dias 27 e 28 deste mês para fazer a matrícula nas instituições de ensino. Caso o participante tenha conseguido uma vaga no curso marcado como segunda opção, poderá permanecer no sistema e esperar pela segunda chamada. Os selecionados para a primeira opção perdem a vaga se não fizerem a matrícula.
No dia 2 de julho, o MEC divulga a segunda chamada, com prazo de matrícula nos dias 5 e 6 de julho. Após esse período, o sistema gera uma lista de espera que fica disponível para as instituições selecionarem candidatos para as vagas remanescentes. Podem entrar na lista os estudantes que não foram selecionados (em nenhuma das opções escolhidas) nas duas primeiras chamadas. Os interessados deverão fazer essa opção no próprio sistema, entre os dias 2 e 7 de julho.

Haddad: Greve de servidores de universidades não afetará matrículas


Haddad: Greve de servidores de universidades não afetará matrículas

 Redação, com ABr -do Rio de Janeiro
Fernando Haddad disse que, desde 2005, o Ministério da Educação não enfrenta graves crises
O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira que a greve dos servidores técnico-administrativos das universidades federais não prejudicará as matrículas do segundo semestre de 2011. O ministro espera pôr fim à paralisação até o final do mês de agosto, quando devem recomeçar as aulas. A greve teve início do mês de junho.
– Há tempo. Preciso verificar até onde podemos ir para atender as demandas da categoria. Mas há boa vontade do governo e tempo –, disse Haddad, durante visita aos laboratórios do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade (Inmetro), em Xerém, no Rio de Janeiro.
O ministro contou que se encontrou com representantes dos servidores técnico-administrativos, em Brasília, e reforçou a proposta de intermediar as negociações com o Ministério de Planejamento.
– Discutimos um cronograma com uma data final para o governo oferecer uma proposta. Isso faz o movimento sentir que o calendário está correndo, com providências do governo –, afirmou.  
Haddad também comentou o anúncio de paralisação dos docentes de Instituições Federais de Ensino (Ifes) – prevista para 5 de julho – e disse que, desde 2005, o Ministério da Educação não enfrenta graves crises.
– É natural que se abram negociações periodicamente. Temos um histórico de sucesso. Há seis anos estou no ministério e não temos tido grandes greves, a última foi em 2005.
A greve dos servidores técnico- administrativos atinge 47 universidades federais e paralisa, principalmente, restaurantes e bibliotecas. Nos próximos dias, a expectativa é que o atendimento nos hospitais universitários seja reduzido.
A Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra) pede reajuste de três salários mínimos sobre o piso de R$ 1.034.

Estudantes poderão ter desconto em ônibus interestadual

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Estudantes poderão ter desconto em ônibus interestadual

Estudantes poderão ter desconto em ônibus interestadual

Redação, com Agência Câmara - de Brasília

Muitos estudantes têm dificuldade para custear o transporte até o estabelecimento de ensino
Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei do deputado Weliton Prado (PT-MG), que institui desconto de 50% na tarifa de transporte público interestadual para estudantes de escolas públicas. Segundo a proposta, o Executivo deverá reservar recursos orçamentários para compensar a perda de receitas com a medida.
Muitos jovens, de acordo com Prado, têm de estudar em Estados vizinhos, pois a oferta de ensino local não atende à demanda.
– Na maioria dos casos, as pessoas têm dificuldade para custear o transporte até o estabelecimento de ensino –, acrescentou.
A proposta foi apensada ao PL 1967/99 e outros. As propostas serão analisadas pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário.
Em: EDUCAÇÃO

MEC distribui livro com erro de matemática a 37 mil escolas

sábado, 4 de junho de 2011

MEC distribui livro com erro de matemática a 37 mil escolas

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ANGELA PINHO
DE BRASÍLIA

O Ministério da Educação gastou R$ 14 milhões para distribuir material didático com erros de matemática a 37 mil escolas de educação no campo no ano passado.
Nele se aprende, por exemplo, que 10-7=4 e que 16-8=6. Há ainda exercícios que remetem à página errada e frases incompletas.
Foi pedida à CGU (Controladoria-Geral da União) uma sindicância para apurar as eventuais responsabilidades pelos erros e pela falta de revisão.
A coleção na qual os erros foram detectados tem obras sobre matemática, língua portuguesa, ciências, geografia e história.
O total de estudantes prejudicados, de acordo com o MEC, é de cerca de 300 mil, menos de 1% do ensino público.
Após a constatação dos erros, o ministério decidiu enviar aos coordenadores do programa de educação no campo uma orientação para que o uso do material seja suspenso.

MEC suspende 11 mil vagas em cursos de direito de baixa qualidade

sexta-feira, 3 de junho de 2011


MEC suspende 11 mil vagas em cursos de direito de baixa qualidade

  Redação, com ABr - de Brasília
Os cursos que sofreram a medida de suspensão de vagas são todos de instituições privadas
O Ministério da Educação (MEC) suspendeu cerca de 11 mil vagas de 136 cursos de direito que tiveram resultados insatisfatórios em avaliações da pasta. A medida está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira e atinge graduações que obtiveram Conceito Preliminar de Curso (CPC) 1 ou 2 em 2009. O indicador avalia a qualidade do ensino oferecido a partir da nota obtida pelos alunos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), a titulação e o regime de trabalho do corpo docente e a infraestrutura. Os resultados 1 e 2 são considerados insatisfatórios, o 3 razoável e o 4 e o 5 bons.
Esse é o primeiro ato da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, criada recentemente. Antes, essa tarefa era compartilhada por diferentes setores do ministério, principalmente pela Secretaria de Ensino Superior.
– O ministro resolveu criar essa nova estrutura a partir de uma constatação de que a área de regulação cresceu muito, até por conta da expansão da educação superior no país, e havia necessidade então de se pensar uma estrutura específica para as questões de supervisão –, explica Luís Fernando Massonetto, professor da Universidade de São Paulo (USP) que assumiu a secretaria.
Os cursos que sofreram a medida cautelar de suspensão de vagas são todos de instituições privadas. Os cortes variaram  entre 15% e 65% do total de vagas ofertadas pela faculdade a partir do resultado do CPC – quanto pior a nota, maior a redução. Também está publicada hoje a autorização para o funcionamento de 33 novos cursos de direito, totalizando 4,2 mil vagas. Segundo Massonetto, há cerca de um ano o MEC não autorizava a abertura de nenhum curso na área.
– O número de vagas encerradas é maior do que o de autorizadas. E essa é uma tendência para aqueles cursos que já estão com algum grau de saturação. A dinâmica é oferecer novas vagas, retirando vagas ruins do mercado. E nos cursos mais saturados, com um retirada maior do que daquelas que são recolocadas –, explica.  
Segundo o secretário, a intenção é estabelecer um máximo de 100 vagas na abertura de cada curso para garantir a qualidade do ensino. Na avaliação do MEC, há uma relação entre a má qualidade do curso e o número elevado de vagas ofertadas.  Inicialmente a medida vale para o direito, mas pode ser estendida a outras áreas.
– É muito melhor um controle pela expansão gradual das vagas do que a gente ter que tomar medidas para reduzir  vagas em instituições que não cumprem satisfatoriamente o seu propósito –, defende.
A suspensão é uma medida cautelar e pode ser ou não mantida no momento em que o curso passar pelo processo de renovação da autorização de funcionamento. Caso a instituição consiga melhorar a qualidade do ensino, as vagas podem ser “devolvidas”.
Além do direito, a pedagogia e a medicina também já foram alvo dos chamados processos de supervisões especiais do ministério. Segundo Massonetto, não há previsão de um novo trabalho específico em alguma área. As medidas para controle de qualidade seguirão os trâmites regulares que  preveem, por exemplo, que os cursos sofram redução de vagas após dois resultados insatisfatórios consecutivos nos ciclos de avaliação. A lista dos cursos e instituições afetados pelas medidas pode ser cosultada no Diário Oficial
 

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