Kitesurf leva emoção às ondas no litoral cearense
Por Redação, com ACSs - da Praia do Cumbuco, Ceará
A Praia do Cumbuco, uma das mais concorridas no Estado do Ceará, recebeu neste fim de semana a 1ª etapa do Circuito Cearense de Kitesurf, mais uma realização da Federação Cearense de Kitesurf (FCKS). O Strong Wind Super Kite acontece na Barraca Guarderia Brasil, e marca o início da corrida pelo título do Circuito Estadual da temporada 2011.
Competiram Ygon Maia, Felipe Barcelar, Carlos Filho, Célio Beleza, Gustavo Foerster, Jamil Farah, Thiago Martins, Ygor e Bruno Bordovsky, Bruno Lima, José Fortes, Bodinho, além de jovens talentos, que buscam colocar um lugar ao lado dos campeões do Estado, que se consolidou como um celeiro de atletas e, todo os anos, envia representantes em competições aqui e no exterior.
Para aumentar a adrenalina dos expectadores, o evento contou com aExpression Session, uma competição de manobras radicais realizadas com uma prancha kitewave. Para a categoria Wave Pro, a premiação foi de R$ 500 mais uma prancha para o vencedor. Já o segundo colocado levou uma prancha de kitewave. A 1ª etapa do Circuito Cearense de Kitesurf foi disputada em quatro categorias: Wave Pro, Wave Open, Wave Feminino eWave Master. Para a categoria Wave Pro, a premiação foi de R$ 500 mais uma prancha para o vencedor.
Carioca em alta
Embora seja veterano do circuito brasileiro de surfe e campeão mundial pro júnior, ex-integrante do World Tour, a elite do surfe mundial, o carioca Pedro Henrique, de 29 anos, pegou a mesma prancha com a qual costuma treinar em Saquarema, comprou uma pipa usada e surgiu como a grande novidade nesta etapa do Circuito Brasileiro de Kitesurfe. Na primeira vez que disputou a categoria Wave do campeonato, venceu duas baterias.
– Estou aqui me divertindo e aprendendo, conhecendo gente e fazendo amizades. Tudo é novidade, né? É bom para descansar a cabeça dos campeonatos de surfe, mas não vou parar de surfar e competir no circuito mundial – disse Pedro Henrique.
A prática do kitesurfe, afirmou, tem ajudado a melhorar o lado surfista.
– Meu surfe melhorou muito em vários aspectos. O equilíbrio melhorou, meus aéreos ficaram mais seguros, mais controlados. E quando você está fazendo kitesurfe por três horas, por exemplo, você fica as três horas em pé, pegando ondas, ao contrário do surfe – explicou, em conversa com jornalistas.



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